Superação de Crises

Quando uma organização está em crise, qualquer conselho e/ou recomendação não faz nenhum sentido para o gestor da crise. Naquele momento ele quer colocar todas suas energias para sair da crise ou, no mínimo, administrá-la. Não há nenhuma dedicação estruturada para entender, com profundidade, a origem da crise. Para nós da Aprendendo a Pensar esse é o grande erro que as organizações cometem.

Para superar uma crise qualquer, seja ela de resultados, motivacional, de mercado, inovação etc; temos que fazer um mapeamento axiológico da crise e descobrir sua origem primeva, ou seja, o que verdadeiramente gerou e continuará gerando a crise. Sabemos de antemão que, se a crise é crônica e/ou recorrente, ela já existia quando a organização foi formada. Apenas ficou camuflada por algum tempo para aparecer quando são “apertados alguns botões”. Ás vezes crises desta natureza não têm solução natural. A superação precisa ser disruptiva e radical.

Sabemos também que quando a crise é pontual sua origem está, na maioria das vezes, na disputa de poder, na instabilidade dos relacionamentos e na anomia, ou seja, na falta de propósito.

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Todo tratamento deve ser focado na “cura/superação” e não no “remédio/gestão”. A partir do entendimento correto da “doença”, podemos ajudar a desenvolver um novo modelo mental que traga em seu DNA os antídotos necessários para o desenvolvimento sadio e constante. Os guardiões são os “médicos” que ajudarão encontrar a “cura”. As organizações existem para serem ricas, éticas e inspiradoras. Não faz sentido ser outra coisa.

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